Assim que as missionárias da Consolata aqui chegaram a sua atenção foi para com os pobres do bairro. Num cantinho da casa abriram um ambulatório médico gratuito. Desde os inícios procuraram sempre seguir as leis vigentes a respeito do atendimento médico. Registraram o ambulatório na Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Os atendimentos diários ultrapassavam o número de duzentos. Com carinho, dedicação, competência e total solidariedade fraterna, eram atendidos adultos, jovens e crianças sem distinção. Foi este um servição-missão gratuito e generoso que exigiram das Irmãs sacrifícios e esforços pois continuamente procuravam recursos medicinais na secretaria estadual de saúde e nos postos médicos. Enquanto curavam o corpo dispensavam a Palavra de Consolação para todos os assistidos. Atendiam também os doentes em suas residências. Todos voltavam com a “cura do corpo e da alma.” As bondosas Irmãs enfermeiras ainda hoje são lembradas pelos “antigos do bairro” como verdadeiras Mães, generosas enfermeiras e mais do que tudo como pessoas de paz e consolação. O sonho do Fundador, e o objetivo das Irmãs sempre foi este: “Fazer o bem, o maior bem possível, unicamente para a glória de Deus”. Sonho este que sustentou e sustenta todas as Irmãs da Consolata em sua Missão.
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