Fazer o bem, o maior bem possível.  
Myriam Depiné

Missionária da Consolata que atua no Núcleo de Orientação Religiosa do Colégio. Tem contribuído no processo de levantamento histórico dos 60 anos.

Publicado dia 31 de Março de 2009.
 
Por Myriam Depiné
 

Assim que as missionárias da Consolata aqui chegaram a sua atenção foi para com os pobres do bairro. Num cantinho da casa abriram um ambulatório médico gratuito. Desde os inícios procuraram sempre seguir as leis vigentes a respeito do atendimento médico. Registraram o ambulatório na Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Os atendimentos diários ultrapassavam o número de duzentos. Com carinho, dedicação, competência e total solidariedade fraterna, eram atendidos adultos, jovens e crianças sem distinção. Foi este um servição-missão gratuito e generoso que exigiram das Irmãs sacrifícios e esforços pois continuamente procuravam recursos medicinais na secretaria estadual de saúde e nos postos médicos. Enquanto curavam o corpo dispensavam a Palavra de Consolação para todos os assistidos. Atendiam também os doentes em suas residências. Todos voltavam com a “cura do corpo e da alma.” As bondosas Irmãs enfermeiras ainda hoje são lembradas pelos “antigos do bairro” como verdadeiras Mães, generosas enfermeiras e mais do que tudo como pessoas de paz e consolação.  O sonho do Fundador, e o objetivo das Irmãs sempre foi este: “Fazer o bem, o maior bem possível, unicamente para a glória de Deus”. Sonho este que sustentou e sustenta todas as Irmãs da Consolata em sua Missão.